O Blugreen devolve o poder às mãos humanas.
A primeira prompt-to-product orchestration platform criada para governar sistemas de IA agêntica — IAs que executam trabalho técnico real a partir de descrições humanas — trazendo controle, previsibilidade e responsabilidade ao desenvolvimento de produtos digitais.
Entre 2024 e 2025, a IA prometeu liberdade total para criar produtos digitais.
Agentes que escrevem código, fazem deploy e lançam aplicações pareciam o fim da complexidade.
Mas em 2026, a realidade apareceu:
"Estamos vivendo a era dos produtos digitais zumbis: funcionam, mas ninguém confia. Existem, mas ninguém assume."
Se você usa Manus, Antigravity ou qualquer IA construtiva, isso provavelmente soa familiar — mesmo que você esteja fazendo tudo certo.
Nada disso é falha sua. A IA não sabe quando parar — e não entende o que significa pronto.
O problema não é a IA errar código. O problema é a ausência de um contrato explícito que defina escopo, limites, critérios de pronto e responsabilidade humana.
A IA responde perguntas. Ela não governa o próprio trabalho.
O Blugreen é uma plataforma de governança para desenvolvimento com IA. Ele não substitui ferramentas de IA — ele governa quando, como e até onde elas podem agir.
Você descreve o que precisa ser construído
O Blugreen transforma isso em escopo fechado
Um humano assume o risco e autoriza
A IA executa sob contrato
O produto só avança se provar que está pronto
"Em um mundo onde a IA executa sem limites, o Blugreen existe para impor fronteiras claras."